• O seu software

    Existem diversas razões para utilizar um software na sua empresa, no entanto, é primordial entender com clareza os seus problemas específicos, prioritários e críticos, que se pretende resolver ou melhorias e oportunidades que se almeja atingir...
    +Ler Mais
  • Quanto investir ?

    Em qualquer investimento na empresa precisa-se avaliar o retorno do mesmo, de igual modo se precisa de proceder para um investimento em software...
    +Ler Mais
  • Como desenvolver

    O segredo da qualidade de um bom sistema está na maturidade de seu processo de desenvolvimento de software...
    +Ler Mais
  • 1
  • 2
  • 3

Indústria 4.0

O conceito fundamental da Indústria 4.0 é a fusão dos mundos físico e virtual, valorizando esta fusão o papel supervisor inteligente e de experiência do homem. Esta fusão é realizada pela criação nas fábricas de CPS (cyber-physical systems), que se podem definir como integrações de computação e processos físicos - computadores embebidos e redes monitorizam e controlam os processos físicos, com circuitos de retorno e realimentação em que os processos físicos afetam a computação e vice-versa.

O desenvolvimento estratégico da implementação / migração para um sistema de produção baseado na Indústria 4.0 segue o desenvolvimento em fases de cada um dos seus componentes - CPS, IoT (internet of things), IoS (internet of services) e Smart Factory / Smart Products.

A integração destas tecnologias na manufatura exige um novo modelo de arquitetura das TIC, que terá de suportar a tríade da qualidade, tempo e custos, mas também as exigências atuais de sucesso, nomeadamente a adaptabilidade a uma grande variedade de variantes de produtos, a resposta de muitos sistemas em tempo real, e a total integração e visibilidade em rede, garantindo a capacidade de integração vertical e horizontal dos sistemas, bem como a terceira dimensão da extensão ao longo do ciclo de vida do equipamento, ou seja, temos não só um novo Reference Architecture Model for I4.0 (RAMI4.0) mas também um novo Virtual Manufacturing Execution System (vMES) a orquestrar a Smart Factory e os seus componentes.

O RAMI4.0 (reference architecture model for Industry 4.0) define as condições para a descrição e implementação de sistemas muito flexíveis. Nesse contexto, o modelo permite a migração passo a passo da manufatura de hoje para a da I4.0, e a definição de múltiplos domínios de aplicação com características especiais e especificas.

O Uptime Factor é um vMES (Virtual Manufacturing Execution System) concebido de acordo com o standard RAMI4.0 com a característica de poder ser implementado numa indústria clássica, sendo um excelente elemento de gestão fabril nessas condições, mas prevendo desde logo a fácil migração para a I4.0 à medida que os respetivos componentes sejam introduzidos / implementados e evolua para uma SMART FACTORY.

A modularidade do Uptime Factor permite não só a implementação simples por área fabril, em que cada atividade está desenhada para ser facilmente apreendida em qualquer indústria, como ainda a fácil implementação da simulação completa e orquestração de atividades por área, usando ferramentas de inteligência artificial e treinamento pelos operadores mais experientes, bem como de recursos de fog computing, clouds locais, e análise de big data, e ainda de integração de smart factories deslocalizadas implementando o paradigma de uma cloud manufacturing, bem como comunicando com as ferramentas de gestão empresarial (ERP Ágil, CRM, etc.) em tempo real potenciando análises de tendências dos mercados, simulação de cenários de planeamento e gestão, etc. com muito maior informação e rapidez.

A definição de COMPONENTE I4.0, resultante do RAMI4.0, permite adoptar qualquer conjunto de equipamentos como Componente I4.0, desde que o mesmo possua uma "adminstration shell", que lhe permita interactuar com o meio, saber gerir-se a si mesmo e nos permita conhecer o seu estado e interagir com ele, e ainda que esteja ligado em rede com todos os restantes componentes da Smart Factory.

Típicamente, numa fábrica associamos um conjunto de equipamentos, ou locais de instalação, a uma secção ou processo unitário, os quais passam a constituir uma CPS, que se gere a si própria utilizando todos os recursos de automação para esse fim, embebidos em sistemas que funcionam de forma inteligente gerindo a CPS (edge computing) o mais próximo possível da mesma.

Estes sistemas embebidos simulam completamente a CPS gerindo-a, e apresentando de imediato ao supervisor humano todas as condições operacionais, eventos, alarmes e condições / decisões de segurança encontradas / tomadas, assim como gerindo o estado de desgaste em termos de necessidades de manutenção, e submetendo as situações não previstas para obtenção de novas instruções a acrescentar à inteligência artificial para essas situações.